Fabricação do Martiródio

O martírio fabricado dilacera todas as esferas, condicionalizando a lealdade ao Estado à adesão à memória de um ativista falecido. Essa prática funde religião e política de maneira que os Fundadores haviam rejeitado, substituindo o debate fundamentado por rituais e doutrinas rígidas. Ao invés de permitir a dissidência, demanda-se uma conformidade absoluta.

O memorial de CHARLIE Kirk não foi um ato neutro de luto. Trata-se, na verdade, da fabricação de um mártir, encenada como um autêntico teatro político por aqueles que detêm o poder.


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